É pertinente indagarmos sobre a existência da solidariedade, afinal, vivemos em um mundo ambíguo e repleto de minuciosidades turbulentas. Em algum momento, emerge o questionamento sobre a veracidade da benevolência, a desconfiança das ações humanitárias. Contudo, o ceticismo não é ponto de partida, nem fundamento para a inércia.
Há infinitas práticas solidárias, porém, todas provêm de uma única origem, a mudança interna. Mesmo soando clichê, ela surge através da busca individual pela empatia e pelo altruísmo. Consolidando-se em pequenas e grandes ações, a solidariedade atua em um campo vasto com diversas funções. Regar a planta do vizinho enquanto ele viaja, por exemplo.
Ao invertermos a inerte descrença por atitudes humanitárias, transformamo-nos em agentes não passivos da mudança. Assim, originam-se organizações como a AVRA, constituída por indivíduos crédulos em outros indivíduos. Então, qual ação solidária você efetuará hoje?
Carol Angelo
Minha ação hoje será a reflexão sobre expectativas ser solidário “sem esperar nada em troca” ser por ser porquê me faz bem. Não irei esperar que meu vizinho faça o mesmo gestor de “regrar minhas plantas quando eu estiver em viagem”.