O debate sobre a educação perpassa sobre várias lacunas e vieses, pois compreende segmentos e desafios diferentes. Em específico, atualmente, essa discussão ronda a dificuldade do ensino remoto e o retorno aos ambientes físicos tomados por restrições que não permitem liberdade total de contato entre aluno e professor.

No entanto, é possível considerar um segmento educacional que merece atenção e sofreu consequências graves com a pandemia: o estudo em áreas remotas/ambientes sem acesso à redes básicas de ensino. Apesar de não compreender esta realidade pela vivência, muito ouvi e li sobre as condições mínimas de crianças e adolescentes que não possuem acesso ao sistema básico de educação, ou vivem em locais com escolas afastadas e com baixíssima estrutura.

A situação pode ser percebida em diversas localidades do Brasil, bem como, em outras áreas remotas de países da América do Sul, da África e de outros regiões do mundo. É sob este viés que atuam os professores e demais voluntários, indivíduos que dispõe de seu tempo para auxiliar crianças e adolescente que não possuem acesso ao ensino de qualidade.

Por meio deste, é possível mencionar a Agenda de 2030 da ONU, que apresenta 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, um destes, a “Educação de Qualidade”, escalada como a ODS de número 4. Essa, de acordo com visão da ONU, busca “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

A promoção e importância deste objetivo é clara, visto que, o acesso à educação de qualidade é um direito de todo cidadão mundial, independente de sua idade, gênero ou raça. Logo, como mencionado, os voluntários são essenciais neste processo, e, buscados por muitos programas e ONGs no mundo todo.

Diversas propostas podem ser encontradas neste segmento, que compreendem o ensino da leitura, escrita e oralidade de crianças, jovens e adultos, como é realizado pela Associação Vagalume; que abrangem e preocupam-se com a forma correta de ensinar e abordar crianças e jovens com bloqueios cognitivos e emocionais, como a Uerê; assim como, diversos outros programas e ONGs localizadas em todo país. Bem como, o Professor Global, oferecido pela AIESEC, instituição mundial liderada por jovens que preza pelo desenvolvimento através da promoção de programas de voluntariado realizados em diversas localidades do mundo.

Deste modo, nota-se a importância e necessidade da atuação voluntária e criação de projetos que prezam pelo bem-estar educacional de indivíduos que não possuem acesso, ou o possuem, mas com baixa qualidade. “Voluntariar-se é contribuir para a promoção de um mundo melhor e compromisso em fazer a diferença na vida de outras pessoas”.

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